Todos estão dizendo que o show mais esperado foi (uma merda) foi ruim, pois o vocalista do Gun's N' Roses Axl Rose estava despreparado, muitas pessoas que não acompanham a banda pensaram que o vocalista que estava cantando no Rock In Rio não era o Axl pela mudança na aparência pois a mídia mais mostra quando ele era novo agora ele tem mais de 45, não é uma idade muito avançada para vocalista, em vários trechos Axl perde a voz, sou fã e não deixei de perder eles mesmo com o atraso, que deveria começar 00:30 o show acabou começando 2:47, uma decepção para todos nós fãs brasileiros, eu gosto particularmente gosto da música "Sweet Child o'mine", notei uma imensa diferença na voz e nas perdas de voz durante a música.
Vou postar abaixo o Axl na década de 90 e agora para vocês verem a diferença:
Antes: Agora:
Aposto que vocês sentiram a diferença =S.
O.B.S.: Não estão dizendo que eles são ruins ou não sabem tocar, ainda mais por que sou um grande fã, mas Axl poderia ter se preparado mais, claro que não seria igual, mas também não tão diferente.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Assistente de Michael Jackson garante que médico quis ocultar provas.
O assistente pessoal de Michael Jackson, Michael Amir Williams, afirmou nesta quarta-feira, no segunda dia do julgamento pela morte do cantor, que o acusado, o médico Conrad Murray, quis ocultar provas do incidente.
Williams garantiu que pouco depois que Jackson foi declarado morto no hospital UCLA de Los Angeles, no dia 25 de junho de 2009, Murray pediu para ser levado de volta à mansão do artista para se ocupar de uma substância cuja existência não deveria ser divulgada.
"Há um creme no quarto de Michael que ele não gostaria que o mundo soubesse de sua existência", disse a testemunha parafraseando Murray.
Williams confessou que a solicitação do médico o surpreendeu porque "era a última coisa na qual que teria pensado, com tudo que estava acontecendo" e lhe pareceu tão estranha que decidiu mentir para negar esse pedido.
"Disse que não podíamos levá-lo porque a Polícia tinha as chaves dos automóveis, mas não era verdade", comentou Williams, que logo depois entrou em contato com o pessoal de segurança que estava na mansão para impedir que alguém entrasse ou saísse.
Williams se tornou assistente pessoal de Jackson em junho de 2007 e declarou que o artista se mudou para o imóvel na região de Bel Air em dezembro de 2008, onde morava com seus três filhos, Prince Michael, Paris e Blanket, apesar de Murray passar as noites ali durante os meses que precederam sua morte.
O assistente informou que era frequente a existência de tanques de oxigênio na casa e que o artista era tão preocupado com sua intimidade que o pessoal que estava a seu serviço podia subir ao apartamento superior do imóvel, onde estava o dormitório de Jackson, apenas quando o "rei do pop" autorizava.
Durante esse testemunho foram exibidas imagens da última casa de Jackson e uma mensagem de voz deixada por Murray no telefone de Williams horas antes da morte do cantor, na qual pedia fosse à mansão "imediatamente".
Quando Williams chegou à mansão, já estava ali a ambulância e as equipes de emergência que levaram o corpo de Jackson em uma maca.
Os advogados do médico questionaram a credibilidade de Williams ao indicar que o empregado de Jackson não mencionou a conversa sobre o "creme" à Polícia até agosto de 2009, após ler as notícias que falavam de Murray como suposto responsável pela morte de Jackson por uma overdose de remédios.
Perguntado pelo estado físico do cantor na noite do dia 24, após o ensaio para a série de shows batizada de "This Is It", Williams disse que Jackson se encontrava "animado", uma percepção que coincidiu com a do promotor da empresa AEG que organizava a turnê, Paul Gongaware, primeira pessoa a testemunhar nesta quarta-feira.
Gongaware comentou que o cantor "estava forte" nas atividades dos dias 23 e 24 de junho e explicou que foi o próprio Jackson que solicitou que Murray fosse seu médico pessoal durante os shows que aconteceriam entre julho de 2009 e março de 2010 em Londres.
O médico está sendo acusado de homicídio involuntário e, caso seja condenado, poderia enfrentar uma pena máxima de quatro anos de prisão.
A Promotoria considera que Murray cometeu uma "flagrante negligência" e o apontam como responsável por dar ao artista uma dose letal de remédios, especialmente o anestésico propofol, além de abandonar o paciente para atender ligações telefônicas.
A defesa alegou que Michael Jackson era viciado em propofol e outras substâncias farmacológicas há bastante tempo e que as utilizava para combater a insônia. Os advogados de Murray culpam o próprio artista pela overdose em um momento em que o médico não estava presente.
Uma gravação realizada em maio de 2009 por Murray e divulgada na terça-feira, na primeira sessão do julgamento, permitiu escutar a voz de um Jackson notavelmente atordoado e supostamente sob os efeitos de alguma substância.
A previsão é que o julgamento, no qual está presente a família do cantor, se prolongue por cinco semanas.
Estudo confirma validade da Teoria da Relatividade de Einstein no espaço.
PARIS — Uma equipe de astrofísicos confirmou que a teoria da relatividade geral de Albert Einstein é válida em escala cósmica, e não só no sistema solar, ao comprovar que a gravidade influi na luz procedente de longínquos conglomerados galácticos, segundo estudo publicado na edição desta quarta-feira da revista Nature.
Por puro acaso, esta pesquisa, que ainda precisa de confirmação, foi publicada alguns dias depois de uma descoberta que lançou dúvidas sobre a teoria de Einstein. Uma equipe de físicos detectou neutrinos, partículas elementares da matéria, deslocando-se a uma velocidade sutilmente superior à da luz, um "limite insuperável" segundo a teoria da relatividade.
Muito antes deles, Radek Wojtak (Dark Cosmology Centre, da Universidade de Copenhague) e seus colegas tentavam confirmar a teoria de Einstein, analisando a luz que chega à Terra de galáxias situadas nos 8.000 conglomerados, cada um dos quais é formado por milhares de galáxias.
Segundo esta pesquisa, a gravidade garante a coesão dos agrupamentos, mas também influi na luz que cada uma das galáxias emite no espaço.
De acordo com a teoria de Einstein, a frequência da luz diminui e seu comprimento de onda se amplia por efeito da gravidade. Como consequência disso, ocorre um desvio do espectro luminoso para o vermelho ("redshift") gravitacional, diferente do que provoca o distanciamento das galáxias.
Comparando o comprimento de onda da luz procedente das galáxias situadas no coração dos conglomerados, onde a gravidade (atração universal) é mais forte, ao das galáxias situadas na periferia, a equipe de astrofísicos conseguiu medir "pequenas diferenças em seu 'redshift'", explicou Radek Wojtak.
"Vimos que a luz das galáxias situadas no meio de um conglomerado demora para sair do campo gravitacional, enquanto que a luz das galáxias periféricas emerge mais facilmente", acrescentou o cientista em um comunicado.
Uma vez calculada a massa de cada conglomerado galáctico, os astrofísicos usaram a teoria da relatividade geral para avaliar o "redshift gravitacional" das galáxias segundo sua posição no conjunto.
Estes "cálculos teóricos" do 'redshift' gravitacional se mostraram "completamente em consonância com as observações", reforçou Wojtak. O desvio para o vermelho varia "proporcionalmente em função da influência gravitacional dos conglomerados galácticos", acrescentou.
"Nossas observações confirmam, assim, a teoria da relatividade", destacou.
Foram feitos testes na escala do sistema solar ou de algumas estrelas. Por enquanto, foi "comprovada a escala cósmica e isto confirma que a teoria da relatividade geral funciona", concluiu o cientista.
A equipe de astrofísicos comparou os resultados obtidos com as previsões de vários modelos cosmológicos. Segundo Wojtak, há "fortes indícios da presença de uma energia escura" responsável pela aceleração da expansão do universo, mas ele não descarta que possa haver outros motivos.
Segundo cálculos baseados na teoria da relatividade geral, uma energia escura de natureza desconhecida representa 72% do universo. Uma matéria escura misteriosa, invisível, constituiria 23% e teria 5% de matéria visível, formada, por exemplo, de estrelas e planetas.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Médico de Jackson alega que o cantor se matou.
LOS ANGELES, EUA, 27 Set 2011 (AFP) -O médico do cantor Michael Jackson foi culpado de "negligência grave", que levou à morte do ídolo do pop, disse um promotor nesta terça-feira. Mas o advogado do médico afirmou que foi Jackson que se matou.
No início do aguardado julgamento de Conrad Murray, seu advogado disse que o cantor tomou dois medicamentos diferentes enquanto o médico se ausentou de seu quarto, em 25 de junho de 2009. Jackson morava em uma mansão alugada.
Ed Chernoff afirmou que o cantor ingeriu oito comprimidos de 2mg de Lorazepam, o que elevou a concentração desse ansiolítico em seu sangue para 0,169 microgramas por mililitro, quantidade que poderia colocar para dormir seis pessoas.
"Ele fez isso sem o conhecimento e sem a permissão de seu médico, contrariando as suas recomendações. Isso causou a sua morte", alegou o advogado, acrescentando que o cantor, que tinha 50 anos, também tomou uma dose extra do sedativo propofol, que usava para conseguir dormir.
"Provas científicas irão mostrar que, quando o Dr Murray deixou o quarto, Jackson administrou em si mesmo uma dose de propofol que, com o lorazepam, bombardeou o seu corpo. A combinação o matou instantaneamente... Ele morreu tão rapidamente, tão instantaneamente, que não teve tempo nem de fechar os olhos", descreveu o advogado.
Murray, 58, pode pegar até quatro anos de prisão se for condenado por homicídio culposo pelo júri, formado por sete homens e cinco mulheres. Ele é acusado de ter administrado em Jackson uma dose excessiva de propofol - que o cantor chamava de "leite" -, para combater sua insônia crônica.
Murray, um cardiologista, nunca negou ter prescrito propofol - usado como anestésico em cirurgias - a Jackson, mas negou ter "abandonado o paciente" no momento de sua morte.
Na declaração inicial da promotoria, o promotor David Walgren, disse: "As provas mostrarão que Michael Jackson literalmente entregou sua vida nas mãos de Conrad Murray. Essa confiança indevida custou sua vida."
Walgren afirmou que Murray era mais motivado por seu contrato de 150 mil dólares com o cantor do que por seu dever de cuidar de Jackson. Ele reproduziu uma gravação em que o cantor, aparentemente dopado, conversava com Murray com uma pronúncia inarticulada, sugerindo que o médico tinha conhecimento do quão doente Jackson estava.
Também foi exibida uma fotografia inédita do corpo do cantor em uma maca. A uma certa altura, o médico, que também era amigo de Jackson, enxugou os olhos.
Chernoff respondeu que Murray aplicou Propofol no cantor apenas depois de Jackson ter suplicado, dizendo: Se não durmo, se não conseguir dormir, não poderei ensaiar. Se eu não ensaiar, não poderei fazer o show, vou fracassar."
Foram exibidos vídeos do último ensaio das músicas "The Way You Make Me Feel" e "Earth Song" antes da morte de Jackson.
A mãe, Katherine, e o pai do cantor, Joe, compareceram ao tribunal, assim como os irmãos de Jackson Jermaine, Janet, LaToya, Randy, Tito e Rebbie. Trezentos fãs e curiosos se aglomeravam em frente ao prédio, alguns chamando Murray de assassino. Uma mulher tentou agredir o médico antes do julgamento, mas foi impedida pelos seguranças.
Segundo o produtor dos shows da turnê "This Is It", Kenny Ortega, primeira testemunha a depor, Jackson planejava fazer uma turnê mundial e, depois, dedicar-se ao cinema, o que incluiria uma adaptação para as grandes telas de seu videoclipe "Thriller".
O juiz Michael Pastor deu por encerrado o dia pouco depois das 16h locais, lembrando aos jurados que eles devem evitar os jornalistas e não podem ler nada referente ao julgamento que for publicado na mídia ou nas redes sociais.
Fãs de Jackson defendem uma acusação mais severa contra Murray. Dez integrantes da organização Justice4mj concentravam-se em frente ao tribunal, vestindo camisetas pretas com o nome do grupo estampado.
Tempestade solar atinge a Terra "de raspão".
Washington, 27 set (Prensa Latina) Cientistas da NASA observam atenciosos a evolução de uma grande mancha solar conhecida como 1302, que não só está ativa, senão que pudesse afetar à Terra nos próximos dias.
O Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da NASA informou hoje que no passado 22 de setembro e no sábado 24 foram detectados dois grandes flash ultra-violetas no sol.
Estas erupções dirigem-se a Terra e foram notáveis no norte da Europa no jeito de auroras boreais, indicaram peritos.
Por sua parte, cientistas do Laboratório de Clima Espacial Goddard, também da NASA, determinaram a presencia de uma forte compressão na magnetosfera da terra, o plasma do vento solar tem entrado perto da órbita geo-estacionaria, onde se encontram os satélites, disseram.
O fenômeno poderia ocasionar danos nos sistemas de comunicação, assim como nas redes de energia.
Alguns acham até possível um grande blackout e que poderiam acontecer explosões atômicas espontâneas, outros especulam se a queda de um satélite que girava ao redor da terra foi por causas de tormentas solares e se mais aparelhos como este poderiam ter a sorte mesma.
Países como a Rússia estão alerta.
Neste ano têm sido detectadas outras erupções solares de igual importância. Um exemplo similar aconteceu no passado fevereiro, classificado como classe X, que ocasionou imensas auroras boreais e algumas afeições no sistema de comunicações, embora esses efeitos limitam-se a latitudes muito no norte do planeta.
O Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da NASA informou hoje que no passado 22 de setembro e no sábado 24 foram detectados dois grandes flash ultra-violetas no sol.
Estas erupções dirigem-se a Terra e foram notáveis no norte da Europa no jeito de auroras boreais, indicaram peritos.
Por sua parte, cientistas do Laboratório de Clima Espacial Goddard, também da NASA, determinaram a presencia de uma forte compressão na magnetosfera da terra, o plasma do vento solar tem entrado perto da órbita geo-estacionaria, onde se encontram os satélites, disseram.
O fenômeno poderia ocasionar danos nos sistemas de comunicação, assim como nas redes de energia.
Alguns acham até possível um grande blackout e que poderiam acontecer explosões atômicas espontâneas, outros especulam se a queda de um satélite que girava ao redor da terra foi por causas de tormentas solares e se mais aparelhos como este poderiam ter a sorte mesma.
Países como a Rússia estão alerta.
Neste ano têm sido detectadas outras erupções solares de igual importância. Um exemplo similar aconteceu no passado fevereiro, classificado como classe X, que ocasionou imensas auroras boreais e algumas afeições no sistema de comunicações, embora esses efeitos limitam-se a latitudes muito no norte do planeta.
Rihanna é expulsa da fazenda.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Avanços no ADN permitirão viver até aos 150 anos.
É impossível não questionar o que há de extraordinário no ADN do professor de Harvard George Church que o leva a tanta inquietação científica. Primeiro cientista a sequenciar um código genético humano, o professor acredita que as evoluções científicas nesta área ainda podem levar os indivíduos a viver «120, 150 anos».
Há cerca de três décadas, Church estava entre a meia dúzia de investigadores que sonhavam sequenciar um genoma humano inteiro – cada A, C, G e T que nos torna únicos.
O seu laboratório foi o primeiro a criar uma máquina para desmembrar esse código, e desde então tem se dedicado a melhorá-la.
Uma vez descodificado o primeiro genoma, o professor tem pressionado pela ideia de que é preciso ir adiante e sequenciar o genoma de todas as pessoas. Críticos apontaram a astronómica cifra que o custo de sequenciar o primeiro ADN alcançou: 3 mil milhões de dólares. Como resposta, Church construiu outra máquina.
O valor agora é de 5 mil dólares por genoma, e o professor crê que muito em breve esse valor cairá para uma fracção, ou décimo ou vigésimo disto – mais ou menos o valor de um exame de sangue.
Há cerca de três décadas, Church estava entre a meia dúzia de investigadores que sonhavam sequenciar um genoma humano inteiro – cada A, C, G e T que nos torna únicos.
O seu laboratório foi o primeiro a criar uma máquina para desmembrar esse código, e desde então tem se dedicado a melhorá-la.
Uma vez descodificado o primeiro genoma, o professor tem pressionado pela ideia de que é preciso ir adiante e sequenciar o genoma de todas as pessoas. Críticos apontaram a astronómica cifra que o custo de sequenciar o primeiro ADN alcançou: 3 mil milhões de dólares. Como resposta, Church construiu outra máquina.
O valor agora é de 5 mil dólares por genoma, e o professor crê que muito em breve esse valor cairá para uma fracção, ou décimo ou vigésimo disto – mais ou menos o valor de um exame de sangue.
Sequenciar o ADN humano de forma rotineira abrirá uma série de possibilidades, diz George Church. Uma vez que «ler» um genoma se torne um processo corriqueiro, o professor de Harvard quer partir para «editá-lo», «escrever» sobre ele.
Ele vislumbra o dia em que um aparelho implantado no corpo seja capaz de identificar as primeiras mutações que possam levar a um potencial tumor, ou os genes de uma bactéria invasora. Nesse caso, será possível tratá-los com um simples antibiótico destinado a combater o invasor.
Doenças genéticas serão identificadas no nascimento, ou possivelmente até na gestação, e vírus microscópicos, pré-programados, poderão ser enviados para o interior das células e corrigir o problema.
Para fins científicos, Church tem defendido a polémica ideia de disponibilizar sequências de genomas publicamente, para que cientistas tenham oportunidade de estudá-las.
Ele vislumbra o dia em que um aparelho implantado no corpo seja capaz de identificar as primeiras mutações que possam levar a um potencial tumor, ou os genes de uma bactéria invasora. Nesse caso, será possível tratá-los com um simples antibiótico destinado a combater o invasor.
Doenças genéticas serão identificadas no nascimento, ou possivelmente até na gestação, e vírus microscópicos, pré-programados, poderão ser enviados para o interior das células e corrigir o problema.
Para fins científicos, Church tem defendido a polémica ideia de disponibilizar sequências de genomas publicamente, para que cientistas tenham oportunidade de estudá-las.
Church já publicou na rede a sua própria sequência de ADN, além de outras dez. O objectivo é chegar a 100 mil.
«Houve sempre uma atitude (em relação à genética) de que você nasce com o seu destino genético e acostuma-se com ele. Agora a atitude é: a genética é, na verdade, um conjunto de transformações ambientais que você pode empreender no seu destino», acredita Church.
No laboratório de temperatura controlada de Church, uma bandeja move-se para frente e para trás agitando amostras da bactéria E. Coli. Num processo de quatro horas, os cientistas conseguem activar ou desactivar um só par de bases deste ADN, ou regiões inteiras de genes para ver o que acontece.
Existem 2,2 mil genes – de um total de 20 mil – sobre os quais já se conhece suficientemente para activá-los ou desactivá-los.
Durante a epidemia de E. Coli na Alemanha este ano, foram necessários menos de dois dias para sequenciar o genoma inteiro de uma variedade até então desconhecida.
Os dois equipamentos que deram ao laboratório de Church uma posição de vanguarda no campo da biologia sintética são a segunda versão da máquina de engenharia automatizada de genomas multiplex, ou Mage, e o Polonator, um sequenciador de genomas que pode descodificar um bilhão de pares de genes de uma só vez.
«Ele está a começar a levar a biologia sintética a uma escala maior», opina o professor da Universidade de Boston James J. Collins, colega de Church no Instituto Wyss de Engenharia Inspirada pela Biologia, em Harvard.
Entretanto, nem todos partilham o entusiasmo de Church e a sua visão de futuro para os usos e efeitos da biologia sintética.
«É preciso ter a imaginação de George e a sua visão se se quiser fazer progresso. Mas é tolice pensar que ele fará tanto progresso quanto crê», opina o director do departamento de Lei, Bioética e Direitos Humanos da Universidade de Boston, George Annas.
Os cépticos observam que a humanidade pode até adicionar anos à expectativa de vida dos seres humanos, mas é improvável que a qualidade aumente tanto.
«Há uma hipótese estatística de ser atropelado por um camião que dificultará chegar aos 150 anos», diz Chad Nussbaum, co-director do Programa de Sequenciamento de Genomas e Análises do Instituto Broad de Harvard e do MIT, um instituto do qual Church é associado.
«É maravilhosamente inocente pensar que tudo que precisamos é aprender tudo sobre a genética, e viveremos 150 anos», afirma.
Apesar das ressalvas, Nussbaum afirma que admira a visão do professor Church, assim como a sua «genialidade».
«É muito importante pensar em grande e tentar fazer coisas malucas», acredita. «Se você não tentar alcançar o impossível, nunca faremos as coisas que são quase impossíveis.»
«Houve sempre uma atitude (em relação à genética) de que você nasce com o seu destino genético e acostuma-se com ele. Agora a atitude é: a genética é, na verdade, um conjunto de transformações ambientais que você pode empreender no seu destino», acredita Church.
No laboratório de temperatura controlada de Church, uma bandeja move-se para frente e para trás agitando amostras da bactéria E. Coli. Num processo de quatro horas, os cientistas conseguem activar ou desactivar um só par de bases deste ADN, ou regiões inteiras de genes para ver o que acontece.
Existem 2,2 mil genes – de um total de 20 mil – sobre os quais já se conhece suficientemente para activá-los ou desactivá-los.
Durante a epidemia de E. Coli na Alemanha este ano, foram necessários menos de dois dias para sequenciar o genoma inteiro de uma variedade até então desconhecida.
Os dois equipamentos que deram ao laboratório de Church uma posição de vanguarda no campo da biologia sintética são a segunda versão da máquina de engenharia automatizada de genomas multiplex, ou Mage, e o Polonator, um sequenciador de genomas que pode descodificar um bilhão de pares de genes de uma só vez.
«Ele está a começar a levar a biologia sintética a uma escala maior», opina o professor da Universidade de Boston James J. Collins, colega de Church no Instituto Wyss de Engenharia Inspirada pela Biologia, em Harvard.
Entretanto, nem todos partilham o entusiasmo de Church e a sua visão de futuro para os usos e efeitos da biologia sintética.
«É preciso ter a imaginação de George e a sua visão se se quiser fazer progresso. Mas é tolice pensar que ele fará tanto progresso quanto crê», opina o director do departamento de Lei, Bioética e Direitos Humanos da Universidade de Boston, George Annas.
Os cépticos observam que a humanidade pode até adicionar anos à expectativa de vida dos seres humanos, mas é improvável que a qualidade aumente tanto.
«Há uma hipótese estatística de ser atropelado por um camião que dificultará chegar aos 150 anos», diz Chad Nussbaum, co-director do Programa de Sequenciamento de Genomas e Análises do Instituto Broad de Harvard e do MIT, um instituto do qual Church é associado.
«É maravilhosamente inocente pensar que tudo que precisamos é aprender tudo sobre a genética, e viveremos 150 anos», afirma.
Apesar das ressalvas, Nussbaum afirma que admira a visão do professor Church, assim como a sua «genialidade».
«É muito importante pensar em grande e tentar fazer coisas malucas», acredita. «Se você não tentar alcançar o impossível, nunca faremos as coisas que são quase impossíveis.»
Rock In Rio: Veja como foi o 3º dia do festival.
A "noite do Metal" do Rock in Rio, no último domingo (25), começou com o show do Gloria. A presença dos paulistas no Palco Mundo, porém, desagradou boa parte de uma fiel multidão metaleira. Além de encarar a instisfação do público, a banda ainda teve de lidar com o atraso de 90 minutos nas apresentações do palco Sunset que simplesmente resultou em uma apresentação simultânea com o Sepultura. Durante uma curta apresentação de 40 minutos, o Gloria tentava evitar o silêncio entre uma música e outra para abafar as vaias da plateia, que vociferava pelo Sepultura. Em alguns momentos, a banda conseguiu driblar as críticas, como durante as apresentações de "Domination" e "Walk", do Pantera. Além dos covers, os músicos tocaram faixas de seu repertório como "É Tudo Meu", "Agora É Minha Vez" e "Anemia".
A grupo Coheed and Cambria foi recebido de uma forma não muito calorosa pelo público. Muitas pessoas preferiram assistir ao show sentados na grama, fato este que deixa claro a pouca popularidade da banda entre uma considerável por parte dos presentes. Mesmo assim, com um dos sons menos pesados da noite, os nova-iorquinos apresentaram algumas de suas canções, como "Here We Are Juggernaut" e "Gravemakers And Gunslingers". Os músicos só conseguiram cativar o público de vez no final do show. Pouco antes de deixar o palco, o vocalista Claudio Sanchez comandou um cover de "The Trooper", do Iron Maiden, que levantou a platéia. Acompanhando as balançadas da longa cabeleira do vocalista, a multidão cantou em coro a música. Motivados com a apresentação, os fãs do heavy metal reagiram melhor as últimas canções do grupo, que encerrou o show com "No World For Tomorrow" e "Welcome Home".
A próxima atração agradou bem mais ao público. O Motörhead subiu ao palco principal do Rock in Rio e apresentou um repertório repleto de clássicos. Durante o show, o famoso bordão "We are Motörhead and we play rock'n'roll" (Nós somos o Motörhead e nós tocamos rock'n'roll) foi mais uma vez entoado por Lemmy Kilmister. Dentre as faixas que integraram o show, estiveram "Iron Fist", "Over The Top", "Ace Of Spaces", e uma homenagem ao público, "Going To Brazil". Foram 13 canções, em pouco mais de uma hora de show, que contou com a partipação de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, na canção "Overkill". A apresentação também foi coroada com muita interação com a plateia. O baterista Mikkey Dee, durante seu solo, olhava para a câmera e pedia pelo telão que o público gritasse o nome do grupo. Os torcedores do Atlético Mineiro também ficaram satisfeitos ao ver que o guitarrista Phil Campbell trajava uma camisa do time. O show terminou com Lemmy fingindo fuzilar o público com seu baixo, como se o instrumento fosse uma metralhadora.
Com total comando do público, o Slipknot executou um dos grandes shows da noite. Essa foi a primeira apresentação do grupo no país em seis anos, a primeira após a morte do baixista Paul Gray. Os integrantes mascarados trouxeram ao palco principal as faixas da "The Memorial Tour", turnê que homenageia Paul. A platéia reagiu animada as interações do vocalista Corey Taylor, que voltou ao palco do Rock in Rio depois de se apresentar com o Stone Sour. Durante o show, os fãs não apenas cantavam, mas aplaudiam e atendiam com obediência ao vocalista, que conseguiu fazer todo o público sentar no chão com seus comandos. Com muito barulho e pirotecnia, o grupo não decepicionou. "Eyeless", "Liberate", "Psychosocial", "Duality" e "Surfacing" foram algumas das músicas apresentadas e cantadas com força pela platéia. Durante o show, o DJ Starscream surpreendeu e se jogou na platéia, que o recebeu com a mesma empolgação.
O desfecho das apresentações ficou por conta do grupo mais aguardado da noite. Com meia hora de atraso, já era madrugada desta segunda-feira (26) quando o Metallica subiu ao palco. Mas o quarteto fez valer a espera e fechou a noite com uma apresentação impecável, que veio recheada com hits que a banda emplacou ao longo de sua carreira.
Foram mais de duas horas de execuções de hits consagrados pelo grupo. Com um repertório parecido com o de sua última passagem pelo Brasil, em 2010, os músicos abriram o show com a vinheta de "The Ecstasy of Gold", seguida por uma versão de "Creeping Death". Durante "Sad But True" James Hetfield atuou como um maestro, enquanto acenava para que a multidão cantasse em coro seus versos. A faixa "Fuel" foi apresentada com o usual festival pirotécnico, com um palco rodeado por labaredas de fogo. "Fade to Black", "Master of Puppets" e a balada "Nothing Else Matters" também integraram as apresentações, que teve faixas concentradas nos primeiros discos do grupo. "Enter Sandman? foi a última canção antes do bis, e a performance foi entoada por milhares de pessoas. O grupo encerrou o dia mais pesado do Rock in Rio com "Am I Evil?", "Whiplash" e "Seek and Destroy".
Foram mais de duas horas de execuções de hits consagrados pelo grupo. Com um repertório parecido com o de sua última passagem pelo Brasil, em 2010, os músicos abriram o show com a vinheta de "The Ecstasy of Gold", seguida por uma versão de "Creeping Death". Durante "Sad But True" James Hetfield atuou como um maestro, enquanto acenava para que a multidão cantasse em coro seus versos. A faixa "Fuel" foi apresentada com o usual festival pirotécnico, com um palco rodeado por labaredas de fogo. "Fade to Black", "Master of Puppets" e a balada "Nothing Else Matters" também integraram as apresentações, que teve faixas concentradas nos primeiros discos do grupo. "Enter Sandman? foi a última canção antes do bis, e a performance foi entoada por milhares de pessoas. O grupo encerrou o dia mais pesado do Rock in Rio com "Am I Evil?", "Whiplash" e "Seek and Destroy".
domingo, 25 de setembro de 2011
Grávida dá Rock in Rio de presente para filha.
"Quero que minha filhinha nasça com a veia rock'n'roll", disse Rachel, que espera curtir os shows de Metallica, Motörhead e conhecer melhor o som dos mascarados do Slipknot.
Ela ainda diz que a gravidez não impediu a paixão pelo rock, e que tem frequentado muitos shows, que muitas vezes contam com uma área reservada.
Sobre a segurança da ainda pequena Aurora, ela diz que pretende ficar bem no fundo do palco para evitar confusão.
Rock in Rio 4
Considerado um dos maiores festivais do mundo, o Rock in Rio cresceu, deixou o Brasil, mas retornou ao País em 2011 em sua quarta edição.
Considerado um dos maiores festivais do mundo, o Rock in Rio cresceu, deixou o Brasil, mas retornou ao País em 2011 em sua quarta edição.
A festa da música começou na sexta-feira (23) com nomes renomados da música pop. No Palco Mundo, cantaram Claudia Leitte, Katy Perry, Elton John e Rihanna. No sábado (24), foi o rock pop de NX Zero, Stone Sour, Capital Inicial, Snow Patrol e do Red Hot Chili Peppers que agitou o público.
Fechando o primeiro fim de semana do Rock in Rio 4, muito metal e peso com Glória, Coheed and Cambria, Motörhead, Slipknot e Metallica, no domingo (25).
A segunda bateria de shows começa com clima dançante e muito soul de Janelle Monáe, Kesha, Jamiroquai e o veterano Stevie Wonder, na quinta-feira (29). O pop novamente é convocado na sexta-feira (30) ao som de Ivete Sangalo, Lenny Kravitz e Shakira.
No sábado (1/10), o Maná, Maroon 5 e o Coldplay se revezam com os brasileiros do Skank e o cantor Frejat no palco mundo. A despedida do Rock in Rio 4 fica com Pitty, Evanescence, System of a Down e Guns N´Roses.
Cientistas fazem descoberta que contradiz teoria de Einstein.
Cientistas estão intrigados pelos resultados obtidos por cientistas do Centro Europeu de Investigação Nuclear (Cern, na sigla em inglês), em Genebra, que afirmaram ter descoberto partículas subatômicas capazes de viajar mais rápido do que a velocidade da luz.
As conclusões do experimento, que serão disponibilizadas na internet, serão cuidadosamente analisadas por outros cientistas
Teoria de Einstein
Einstein dizia que a partícula mais rápida era a luz, depois da possível descoberta de uma ainda mais rápida Einstein estaria errado. .
Partículas aceleradas
Já se sabe que os neutrinos viajam a velocidades próximas da da luz. Entretanto, os cientistas entendem que erros sistemáticos, vindos, por exemplo, das condições em que o experimento foi realizado ou da calibração dos instrumentos, poderia levar a uma falsa conclusão a respeito da superação da velocidade da luz.
sábado, 24 de setembro de 2011
Rock In Rio !!!
Ontem teve inicio um dos maiores show de rock do mundo conheça um pouco mais sobre esse evento no meu blog, já que como sexta ele iniciou vou postar mais coisas sobre o "Rock In Rio".
São mais de 25 anos de história, sonhos e realizações desde que os primeiros acordes musicais foram tocados em uma edição do Rock in Rio. Nem sempre os fatos se desenvolveram da maneira que todos gostariam, mas em um país culturalmente diversificado como o Brasil é impraticável a realização de um evento que seja integralmente dedicado a um estilo musical seja ele qual for.
Chegou a hora de o público brasileiro receber novamente uma edição do Rock in Rio. Para comemorar este acontecimento, o Cifra Club News selecionou alguns dos trechos mais importantes da história das três edições brasileiras do evento. Alguns acontecimentos mudaram o rumo da carreira de alguns artistas, outros serviram para mostrar qual caminho não seguir quando o assunto é o show bussines.
Partícula "mais veloz que a luz" pode ser revolução na física.
Cientistas de ponta disseram nesta sexta-feira (23) que a descoberta de partículas sub-atômicas que viajam mais rápido que a velocidade da luz poderia obrigar uma ampla reavaliação das teorias sobre a composição do cosmos, caso seja independentemente confirmada.
"É prematuro comentar sobre isso", disse o professor Stephen Hawking, o físico mais conhecido do mundo, à Reuters.
A professora Jenny Thomas, que trabalha com neutrinos no Fermilab, rival do CERN localizado em Chicago, nos EUA, comentou: "O impacto dessa medição, se estiver correta, seria enorme."
Veja o infográfico: Ciência real na ficção científica
Veja o infográfico: Ciência real na ficção científica
O diretor de pesquisa do próprio CERN, Sergio Bertolucci, disse que se as descobertas forem confirmadas -- e ao menos dois laboratórios separados devem começar a trabalha nisso no futuro próximo -- "poderá mudar nossa visão da física".
Em comentário divulgado pela CERN, o laboratório mais avançado do mundo em pesquisa de partículas, Bertolucci enfatizou esse princípio.
Partícula fantasma
A equipe do CERN, que está trabalhando em um experimento denominado OPERA, injetou neutrinos -- muitas vezes chamados de partículas fantasma porque conseguem atravessar matéria, e corpos humanos, sem serem percebidos -- do CERN, na Suíça, 730 quilômetros até Gran Sasso, ao sul de Roma. Esses indícios foram detectados no ano passado pelo experimento MINOS, do Fermilab, com neutrinos -- mas, diferente daqueles do OPERA -- estavam dentro da margem de erro.
A equipe do CERN, que está trabalhando em um experimento denominado OPERA, injetou neutrinos -- muitas vezes chamados de partículas fantasma porque conseguem atravessar matéria, e corpos humanos, sem serem percebidos -- do CERN, na Suíça, 730 quilômetros até Gran Sasso, ao sul de Roma. Esses indícios foram detectados no ano passado pelo experimento MINOS, do Fermilab, com neutrinos -- mas, diferente daqueles do OPERA -- estavam dentro da margem de erro.
NASA afirma que o satélite caiu, mas não sabe onde.
WASHINGTON, EUA, 24 Set 2011 (AFP) -Um satélite de 6,3 toneladas que devia cair na Terra entre sexta e sábado de fato caiu por volta da meia-noite (04H00 GMT de sábado), mas ainda se ignora o lugar exato, anunciou a agência espacial Nasa.
Os restos do Satélite de Pesquisa da Atmosfera Superior Terrestre (UARS, sigla em inglês), colocado em órbita há 20 anos pela Nasa, caiu na Terra entre as 03H23 GMT e as 05H09 GMT deste sábado, confirmou a Nasa.
"O satélite estava passando na direção leste sobre o Canadá e a África, assim como grandes setores dos Oceanos Pacífico, Atlântico e Índido durante esse período", afirmou a agência.
A agência espacial destacou que os riscos para a segurança da população são "mínimos" e reafirmou que a segurança é uma de suas prioridades.
Existe uma possibilidade em 3.200 que alguém em algum lugar do mundo seja atingido pelos destroços, o que, em um planeta desabitado em 90% de sua superfície, se transforma numa probabilidade de 0,03%.
Segundo a Nasa, até hoje "não há informes confirmados de lesões resultantes do reingresso de objetos espaciais".
O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979. Espera-se que se desprendam do satélite 26 fragmentos, com peso variando entre 1kg e 158kg.
O satélite, de 3 x 10 metros, pesa 5.900 kg, tem 10 instrumentos para medir as reações da camada de ozônio e oficialmente desativado em 2005.
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